
Enfrentamos várias situações durante a vida, dentre elas, a situação de ver como somos frágeis diante da incapacidade de estar absolutamente enbebedado pelo amor.
Este sentimento provoca os mais vários retrocessos diante de nosso companheiro seja ele do sexo oposto, ou seja, do mesmo sexo.
Assim, este sentimento provoca euforia inicialmente e toda troca de afeto é completamente salutar, pois ele é ainda uma paixão obscuramente disfarçado de amor.
Nesta fase, existe o consenso mutuo em que os parceiros estão dispostos a se sacrificarem para tornar o relacionamento o mais prazeroso possível, não só diante do casal, mas, diante de uma sociedade inteira.
Desta forma, esse sentimento é alegre, parceiro, amável, meigo, carinhoso, doce, entre outros sinônimos que se posa traduzir o prazer se estar junto com a pessoa que realmente amamos.
Contudo, este sentimento pode ser tratado de duas maneiras; uma seria a qual comentamos anteriormente, o lado mais prazeroso, mais interessante e mais fácil de se conviver, pois todos os sentimentos são divididos e compartilhados.
Já a segunda maneira, falamos em obsessão, de relacionamentos traumáticos, de comportamentos compulsivos capaz de provocar os instintos mais cruéis em cada ser humano.
Este tipo de comportamento não aprendemos na escola, não adquirimos este conhecimento junto de nossa família, apenas desperta um sentimento retraído e impulsivo capaz de acabar com a própria vida, mas na maioria dos casos a vida do (a) próximo (a).
Desta forma, este sentimento abarca acontecimentos retidos a tempos, onde basta uma resposta errada, ou ao menos uma frase mal interpretada para terminar em tragédia.
Assim, algumas pessoas acabam levando para cunho pessoal, situações que poderiam ser resolvida de forma amigável com a simples conversa.
Mas, acabamos aprendendo com os erros das pessoas ou seus deslizes imperdoáveis ou até arrependimentos descarados, sob frases sentimentais depois de cometido as barbáries amorosas.
Aprendemos que não somos sempre donos de nossos sentimentos, e que somos voláteis a situações ainda não experimentadas, que somos passiveis de improváveis ações omissivas ou comissivas e somos responsáveis pelas conseqüências aos atos praticados.
Este sentimento provoca os mais vários retrocessos diante de nosso companheiro seja ele do sexo oposto, ou seja, do mesmo sexo.
Assim, este sentimento provoca euforia inicialmente e toda troca de afeto é completamente salutar, pois ele é ainda uma paixão obscuramente disfarçado de amor.
Nesta fase, existe o consenso mutuo em que os parceiros estão dispostos a se sacrificarem para tornar o relacionamento o mais prazeroso possível, não só diante do casal, mas, diante de uma sociedade inteira.
Desta forma, esse sentimento é alegre, parceiro, amável, meigo, carinhoso, doce, entre outros sinônimos que se posa traduzir o prazer se estar junto com a pessoa que realmente amamos.
Contudo, este sentimento pode ser tratado de duas maneiras; uma seria a qual comentamos anteriormente, o lado mais prazeroso, mais interessante e mais fácil de se conviver, pois todos os sentimentos são divididos e compartilhados.
Já a segunda maneira, falamos em obsessão, de relacionamentos traumáticos, de comportamentos compulsivos capaz de provocar os instintos mais cruéis em cada ser humano.
Este tipo de comportamento não aprendemos na escola, não adquirimos este conhecimento junto de nossa família, apenas desperta um sentimento retraído e impulsivo capaz de acabar com a própria vida, mas na maioria dos casos a vida do (a) próximo (a).
Desta forma, este sentimento abarca acontecimentos retidos a tempos, onde basta uma resposta errada, ou ao menos uma frase mal interpretada para terminar em tragédia.
Assim, algumas pessoas acabam levando para cunho pessoal, situações que poderiam ser resolvida de forma amigável com a simples conversa.
Mas, acabamos aprendendo com os erros das pessoas ou seus deslizes imperdoáveis ou até arrependimentos descarados, sob frases sentimentais depois de cometido as barbáries amorosas.
Aprendemos que não somos sempre donos de nossos sentimentos, e que somos voláteis a situações ainda não experimentadas, que somos passiveis de improváveis ações omissivas ou comissivas e somos responsáveis pelas conseqüências aos atos praticados.

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