quarta-feira, 6 de maio de 2009

Impressionante - Dubai (o que o homem é capaz de fazer??)

Fantástico!!! Esta foto foi tirada do edifício mais alto do Dubai, o "Burj Dubai", a 2,620 ft / 801m...!!! Aqui encontram-se 25% das gruas a nível mundial.O que acham disto...???Realmente deslumbrante!!




Se olharem para o canto superior direito da fotografia, quase conseguem ver a curva da terra. Os trabalhadores que operam nas gruas mais elevadas podem ver a "rotação da terra"




quarta-feira, 29 de abril de 2009

Paraíso vs Inferno


Às vezes nos deparamos com situações que ficamos abismados com o que conseguimos fazer com nossos pensamentos e nossas idéias.
Estas, nos remetem a terra efêmeras, a mundos longínquos sejam estes mentalizadas para situações boas, sejam elas em situações de constrangimento desmaterializadas com inóspitos lugares abstratos.
Muitas pessoas acabam se identificando com objetos e coisas pessoais, ou sentem-se bem em lugares que lhes são confortáveis, trazendo em sua memória lembranças boas, e apegam-se de maneira desesperada, ocasionando desta forma um último refúgio em busca do paraíso ou aquele sentimento agradável.
Caso contrário seria, o homem, enviado ao purgatório e seria condenado a castigos eternos, pois somente quem mantinha o corpo puro poderia conseguir alcançar o paraíso, se ainda estivéssemos da idade média.
Não só falamos em situações corriqueiras de nosso lar, mas também remetemos nossos olhares para o que está acontecendo com o mundo em situações caóticas e absurdas que vem desconfigurando nossa linha de pensamento e nosso idéias quanto à um futuro remoto e imediato.
Aqui menciono, nossas florestas. Basta viajar pelo país e notas a devastação que ocorre diariamente com a imensidão verde que cobre “ainda” boa parte de nosso território brasileiro.
Imaginem daqui algum tempo, uma viajem simples onde não poderíamos descansar sob a sombra de uma palmeira, ou cochilar acostados no tronco de um carvalho, ou até sentir nosso pés sendo acariciados pelas ondas no mar num final de tarde. Este paraíso pode se transformar em inferno basta a não consciência do homem para vários aspectos, e pronto, está ocorrida a transformação.
Verificamos que esta transformação está ligada ao ser humano, basta uma simples mudança de comportamento, e entramos num verdadeiro caos.
De certo, que verificamos uma mudança muito grande em nosso cotidiano, simplesmente seres mortais, mas o aprender primário e perene pode nos remeter a pensamentos mais corretos, a resultados mais concretos, a situações mais agradáveis.
Não precisamos voltar a idade média, e preciso pensar num futuro próximo, mais agradável, mais habitável, e basta a nós, seres humanos, buscar o equilíbrio entre o paraíso e o inferno.

quinta-feira, 23 de abril de 2009

Charutos (2ª Parte)


A História do Tabaco
O tabaco como conhecemos percorreu uma longa jornada, rica em fatos e curiosidades.
A lenda do tabaco está marcada do princípio ao fim pelo desvelo, a paixão e o prazer. Velha como a noite dos tempos, se entrelaça com a vida e com a morte, o mistério e a riqueza, desde suas origens.
Era totalmente desconhecido na Europa medieval, enquanto na América já era hábito entre os nativos.
Mais tarde quando do descobrimento de Cuba por Cristovão Colombo, em 1492, as duas culturas se encontraram e deste então o tabaco espalhou-se por todo o mundo.
Foi no universo indígena americano que começou sua saga, medicina milagrosa, elemento imprescindível em cerimônias religiosas e militares, alucinógeno e até complemento alimentar.
Os astecas consideravam o sumo do tabaco como antídoto insuperável contra o veneno das cobras, os maias lhe atribuíam poderes milagrosos e po isso ofereciam a seus deuses o primeiro tabaco colhido.
No Brasil, os aracujás ingeriam as folhas misturadas com outros alimentos.
Os winnebagos, aborígenes norte-americanos, o consideravam um presente dos deuses ao primeiro dos seres humanos.
E nativos do Amazonas iniciavam seus jovens no mundo adulto fazendo-os aspirar um aromático fumo.
No dia 28 de outubro de 1492, um domingo, quando o almirante Cristóvão Colombo entrou na baía de Bariay (ao norte da atual província cubana de Holguín) e desembarcou em Playa Blanca a história do tabaco começou a mudar.
Dois jovens marinheiros da esquadra, Rodrigo de Jerez e Luiz de Torres foram designados pelo almirante para dar os primeiros passos nesta nova terra em busca do grande Khan, imperador de todo extremo oriente.
Não o encontraram e na terça-feira, 6 de novembro do mesmo ano, após o regresso dos exploradores, o grande almirante escreveu em seu diário: "Encontraram os dois cristãos pelo caminho muita gente que atravessava seu povoado, mulheres e homens, com um tição entre as mãos e ervas para tomar a defumação à qual estavam acostumados".
Mais adiante, já de regresso à Espanha, Colombo e seus acompanhantes levam consigo inesquecíveis recordações, experiências extraordinárias, dentre elas o fumo do tabaco.
Buscando algumas lembranças de sua viagem, Rodrigo de Jerez estava decidido a fazer fumaça entre seus familiares e amigos.
Em sua casa, na localidade de Ayamonte Jerez se entregou por completo ao exótico prazer. Sem dúvida foi o primeiro europeu que fumou um charuto, mas a ousadia custou-lhe caro.
Ao ser surpreendido soltando fumaça pelo nariz e boca foi confundido com um possuído pelo demônio e enviado à prisão pelo Santo Ofício.
O tabaco já começava a cobrar sua quota de tragédia.
Foi a partir dos índios que a Europa tomouconhecimento dos encantos do tabaco
Enquanto isso em Cuba, os espanhóis que ali residiam começaram a cultivar tabaco em 1520, em pequena escala para consumo próprio.
A fúria contra o tabaco também se estendeu a Pérsia, Japão, Turquia e Rússia.
Ao iniciar seu reinado em 1590, o Xá persa Abbas-Sofi determinou a pena de morte para todos que utilizassem o tabaco de qualquer forma.
No Japão, em 1607, o Shogun de Tokugawa condenou os fumantes a 50 dias de prisão, além do confisco de todos seus bens.
A Turquia foi ainda mais severa pois o sultão Amurates ao iniciar seu reinado em 1622 ordenou que os fumantes tivessem as orelhas e a ponta do nariz cortados.
Na Rússia, o Czar Alexis ordenou em 1645 a deportação para Sibéria de todos fumantes, impondo castigos que iam da tortura a pena de morte.
Quanto mais aumentavam as proibições do fumo, o outro lado do tabaco era descoberto e ganhava terreno no uso medicinal.
Catarina de Médici, rainha da França (1519-1589) recebeu um presente de seu embaixador em Portugal: um punhado de folhas de tabaco.
A gentileza de Jean Nicot foi utilizada com muito prazer pela rainha francesa para combater suas freqüentes enxaquecas.
Foi Jean Nicot também que emprestou seu nome à planta de tabaco: Nicotiana tabacum.
Em 1635 uma ordem real determinava que em Paris ficava proibida a toda e qualquer pessoa a venda de tabaco exceto aos farmacêuticos.
Em 25 de outubro de 1881, em Málaga na Espanha nasceu um menino que logo foi dado como morto pela parteira.
Acompanhando a triste cena o médico Salvador Ruiz, irmão do pai do bebê que não se contendo com o fato passou a absorver bocanadas de fumaça de seu aromático charuto e lançá-las diretamente no nariz do pequeno que havia sido dado como morto. Minutos depois o bebê começou a mover seu corpinho. Havia nascido Pablo Picasso, que com o passar do tempo se tornaria um dos artistas mais famosos de todos os tempos.
Os espanhóis chamavam as margens dos rios de vegas e quando ali surgiram as primeiras plantações de tabaco estas foram chamadas de vega, denominação dada também aos vegueros, pessoas que ali trabalhavam.
De acordo com fontes históricas, em 1827 existiam 5.500 vegas, cifra que se elevou a 9.500 em 1859. Naquela época funcionavam em Havana cerca de 1.300 fábricas de charutos torcidos à mão e mais de 20 fábricas de cigarrilhas.
Em 1868, no começo da Guerra dos Dez Anos pela Independência de Cuba, teve início a imigração cubano-espanhola até os Estados Unidos, sobretudo na região de Tampa, na Flórida.
No final do século XIX a quantidade de operários cubanos produzindo charutos em Tampa era maior que em Havana e muitos deles só regressaram para a luta que resultou na liberação de Cuba do domínio espanhol.
A ordem para o levante organizado por José Martí, o apóstolo da independência cubana, foi enviada dentro de um charuto.
O conteúdo daquele charuto acendeu a revolução de 1895.
Após isso, o charuto continuou tomando parte de importantes momentos históricos, de Churchill a Kennedy, de Groucho Marx a Swarzeneger, mas isto já é uma outra história.

Fonte: http://www.charutos.com.br/artigos/art_charutos15.htm

Frase da Semana

"Sou obrigado a reconhecer que, com toda a corrupção que teve de um tempo para cá, o que encontramos no governo Collor deveríamos ter enviado para o juizado de pequenas causas".

Senador Pedro Simon

terça-feira, 31 de março de 2009

Charutos (1ª parte)



Como um degustador de charutos, a partir de hoje, seguirá breves relatos sobre a história dos charutos, suas marcas, enfim, vários conhecimentos para interar-se sobre o assunto. Vale muito a pena ler.

História
A história dos charutos começa muito antes da chegada do navegador Cristóvão Colombo à ilha, em 1492. A península de Yucatán, no México, é provavelmente o local que deu origem ao cultivo do tabaco. Alguns pesquisadores afirmam que as folhas de tabaco eram plantadas há cerca de dois mil anos nesta região. Depois de descobertas pelos Maias, teriam espalhado-se pelo continente, especialmente na América Central. As folhas do tabaco eram consumidas pelos povos nativos em charutos rudimentares: folhas de tabaco enroladas em folhas de palmeira. Eram usadas em cerimônias e rituais.
A Europa só conheceu o tabaco após a viagem de Colombo. Dois marinheiros que haviam sido escolhidos para procurar ouro na ilha relataram que viram nativos "com um tição entre as mãos e ervas para tomar a defumação à qual estavam acostumados", conforme o diário de bordo. Um dos marinheiros, Rodrigo de Jerez, resolveu levar para sua família amostras do fumo. Acabou preso pelo Santo Ofício quando foi visto soltando pelas narinas e pela boca. Foi dado como possuído por forças do mal.
Itália e França, através do embaixador francês em Portugal, Jean Nicot, tiveram contato com a planta pouco tempo depois. A Inglaterra teve seu primeiro contato com o fumo por Sir Walter Raleigh, que o conheceu em viagem pelas Américas. Os primeiros fumantes foram acusados de heresia. Em outras culturas o fumo também demorou a ser aceito, como na Pérsia, onde os fumantes eram condenados à morte. Em 1626 um cientista alemão publicou um estudo sobre as propriedades terapêuticas do tabaco que ajudou a diminuir o preconceito. Durante muito tempo o tabaco foi utilizado como erva medicinal na Europa.
As colônias americanas no século XVII utilizavam cachimbos para fumar. O charuto com o formato que conhecemos hoje foi confeccionado em 1726. Neste mesmo ano, Israel Putman, levou para a os Estados Unidos, que já plantavam o fumo, charutos e sementes de tabaco cubanos.
A produção dos charutos em Cuba foi estimulada em 1821 por um decreto do rei Ferdinando VII da Espanha. Até então, Cuba fornecia o tabaco para a Espanha, sua metrópole, fabricar os charutos em Sevilha.
Em 1840 Cuba já era a maior produtora de charutos do mundo. A qualidade do produto era reconhecida em diversos países. Durante esta década, a produção triplicou no país. Surgiram as tradicionais marcas Partagas, H. Upmann e Romeo y Julieta.
No século XIX os norte-americanos além de importar os charutos cubanos também tinham fábricas do produto que era símbolo de status no país. No período da Guerra Civil americana, 1860, o consumo de charutos aumentou no país.
Com a Primeira Guerra Mundial o consumo cresceu e outros países, como a República Dominicana e México, aumentaram seus números de fábricas. Já a segunda Grande Guerra dificultou o consumo do fumo cubano e colônias como a Jamaica investiram ainda mais no produto.
Um grande marco na produção foi a revolução comunista liderada por Fidel Castro em 1959. As companhias de tabaco foram estatizadas e a Cubatabaco (atual Habanos S.A.) foi criada. Mestres na arte de produzir charutos saíram do país e procuraram outros locais para instalar suas fábricas.
O embargo total imposto pelos Estados Unidos à ilha, ocorrido em 1962, prejudicou a exportação do produto para vários países. Segundo uma lenda, antes de assinar o embrargo, o então presidente americado, John Kennedy, encomendou uma enorme quantidade do produto para abastecer seu estoque pessoal.

domingo, 29 de março de 2009

Sentimento (Amor)


Enfrentamos várias situações durante a vida, dentre elas, a situação de ver como somos frágeis diante da incapacidade de estar absolutamente enbebedado pelo amor.
Este sentimento provoca os mais vários retrocessos diante de nosso companheiro seja ele do sexo oposto, ou seja, do mesmo sexo.
Assim, este sentimento provoca euforia inicialmente e toda troca de afeto é completamente salutar, pois ele é ainda uma paixão obscuramente disfarçado de amor.
Nesta fase, existe o consenso mutuo em que os parceiros estão dispostos a se sacrificarem para tornar o relacionamento o mais prazeroso possível, não só diante do casal, mas, diante de uma sociedade inteira.
Desta forma, esse sentimento é alegre, parceiro, amável, meigo, carinhoso, doce, entre outros sinônimos que se posa traduzir o prazer se estar junto com a pessoa que realmente amamos.
Contudo, este sentimento pode ser tratado de duas maneiras; uma seria a qual comentamos anteriormente, o lado mais prazeroso, mais interessante e mais fácil de se conviver, pois todos os sentimentos são divididos e compartilhados.
Já a segunda maneira, falamos em obsessão, de relacionamentos traumáticos, de comportamentos compulsivos capaz de provocar os instintos mais cruéis em cada ser humano.
Este tipo de comportamento não aprendemos na escola, não adquirimos este conhecimento junto de nossa família, apenas desperta um sentimento retraído e impulsivo capaz de acabar com a própria vida, mas na maioria dos casos a vida do (a) próximo (a).
Desta forma, este sentimento abarca acontecimentos retidos a tempos, onde basta uma resposta errada, ou ao menos uma frase mal interpretada para terminar em tragédia.
Assim, algumas pessoas acabam levando para cunho pessoal, situações que poderiam ser resolvida de forma amigável com a simples conversa.
Mas, acabamos aprendendo com os erros das pessoas ou seus deslizes imperdoáveis ou até arrependimentos descarados, sob frases sentimentais depois de cometido as barbáries amorosas.
Aprendemos que não somos sempre donos de nossos sentimentos, e que somos voláteis a situações ainda não experimentadas, que somos passiveis de improváveis ações omissivas ou comissivas e somos responsáveis pelas conseqüências aos atos praticados.

sexta-feira, 27 de março de 2009

(IM) PERFEIÇÃO


Passamos boa parte de nossa vida tentando de algum modo tentar conjugar o verbo “perfeição”, para que faça parte de nosso corriqueiro dia a dia.
Do latim “perfectione”, do português significa um acabamento, uma execução completa, uma conclusão. Se formos mais além, no sentido figurado, obtemos o primor, a mestria, a pureza ou até o requinte.
Essa busca obstinada, talhando meios e fins, onde alcançamos nossos pré destinados objetivos, fundado em conceitos que transcendem de geração em geração que a busca do perfeito se contempla na reunião de todas as qualidades em um único objetivo, que é a ausência de defeitos.
Entretanto, esse idealismo moderno, está ligado diretamente com o avanço evolutivo do ser humano, que aos poucos foi ultrapassando a barreira do interesse local, se deslocando para inóspitos e transponíveis obstáculos globais.
Desta forma, a exigência perfeccionista de modelou a cultura do homem, sendo de forma categórica requisito obrigatório para todos os seres humanos como forma pré concebida de harmonia e complexidade ao mesmo tempo.
Assim, todas as ações potencialmente destinadas a determinadas tarefas simples, tornam-se complexas, necessariamente busca-se um aprofundamento muito mais completo para a busca de respostas mais rebuscadas e minuciosamente pensadas.
Sendo assim, este reflexo é visto no comportamento humano como estranho, extrapolando limites não suscetíveis a erros ou qualquer deslize que ocasione quedas refletindo da personalidade ou até na forma de proceder nas possíveis reações.
Estas experiências quando bem sucedidas trazem no seu âmago uma sensação de bem estar consigo mesmo, pois somos preparados para a perfeição a qualquer custo em qualquer lugar.
Mas, se estas experiências são frustradas, nos levam aos mais obscuros caminhos, com um sentimento de incapacidade absoluto, gerando inconformismo e conflito com o próprio ego ou super ego.
Não somo seres perfeitos, mas mesmo assim somos capazes de conquistar fantásticas coisas e ter experimentos inacreditáveis com relação ao que existe ou possa existir.
As vezes não precisamos nos igualarmos aos outros, pois todos temos diferenças, temos medos e incertezas como a grande maioria e ser perfeito ou imperfeito é da nossa própria historia.
E para finalizar uma grande frase de nosso grande escritor Fernando Pessoa.
“Adoramos a perfeição, porque não a podemos ter; repugna-la-íamos, se a tivéssemos. O perfeito é desumano, porque o humano é imperfeito”.
Fernando Pessoa

quinta-feira, 19 de fevereiro de 2009

Aromas e Lembranças

Como primeira postagem, escrevi estes tempos, um artigo sobre lembranças a aromas que resgatamos com o passar do tempo e ficam em nossa memória.
Vale a pena ler, e que se familiarizar, por favor me escreva.

Um grande abraço a todos



É bom chegar em casa num dia em que foi extremamente estressante, e ai começar a chover, o calor aos poucos vai se transformando em um agradável final de tarde.
Pego aquele vinho em minha adega, me dirijo a varanda. Aquele cheiro de terra molhada que fica no ar, nos traz verdadeiras lembranças de quanto éramos crianças, de quando corríamos pela chuva, de quando aprontávamos e éramos livres, era tão bom.
Na primeira taça, uma riqueza de lembranças: frutas vermelhas, pimentão, canela, o primeiro olhar, ainda tão encabulado, o primeiro beijo, a primeira viajem, o vermelho violáceo tão intenso, o anel de noivado e o um amor eterno.
Aromas que nos relembram alegrias, tristezas, tão logo nos remetem a passados recentes que à muito tempo não conseguia lembrar e que, jamais quero esquecer. As primeiras conquistas, as primeiras perdas, os erros, são exemplos do cotidiano de muitas pessoas. São lembranças de pessoas de sucesso e que sustentam, que podem ser proveitosas em muitos aspectos onde erros são transformados em vitória ou vice versa.
Essa lembrança aproxima pessoas, por mais diferentes que sejam, ela cria situações, ela resgata em nossa memória centenas de aromas, milhares de sentimentos e acima de tudo, este prazer de poder dividir com nosso colega ou até mesmo sozinho uma grandiosa lembrança.
A lembrança é nostálgica, a lembrança é única, ela é transcendente, é brilhante, inexplicável, adorável e muito adjetivos que nossa língua portuguesa possa defini-la. A lembrança é eterna, mas ela precisa ser aguçada, é preciso buscá-la, resgatá-la e de certa forma os aromas nos revelam este exato memento.
Tentar entender este fenômeno, logicamente não é tarefa minha, mas fazer parte da estatística dos que resgatam está lembrança com momentos de prazer, seja ele, por um bom vinho, por uma excelente refeição ou simplesmente, por uma agradável amizade, essa sim, é minha tarefa.